Como escolher móveis para escritório de advocacia

Quando se trata de escolher os móveis para escritório de advocacia, muitos fatores podem ser considerados, como a decoração e identidade visual da empresa, os valores que o escritório defende, o segmento atendido pelos profissionais e a ergonomia mais adequada, além, é claro, do conforto do cliente.

Para que a atmosfera reflita o melhor que a empresa quer transmitir aos clientes e também proporcione conforto aos funcionários, e consequentemente alta produtividade, é preciso dar bastante atenção ao mobiliário.

O espaço e o trabalho realizado ali são os primeiros fatores a serem considerados. Os móveis para um escritório de advocacia vão ser diferentes dos usados em uma agência de publicidade, por exemplo.

É preciso entender quantas bancadas e estações de trabalho deverão existir, quantos profissionais terão salas individuais, se haverá uma sala de reuniões, quais espaços serão acessíveis para os clientes e se haverá uma sala de espera, por exemplo. Esses dados são essenciais para definir a disposição, quantidade de itens e tipos de mobiliário que serão adquiridos. Por isso, o mais indicado é optar por móveis planejados, que são projetados e instalados de forma inteligente, usando o espaço de forma equilibrada.

Móveis para escritório de advocacia

Os móveis para escritório de advocacia fazem parte da identidade da empresa

Outra característica essencial é a identidade do escritório. Mesmo sendo um local para a prática de advocacia, é possível variar bastante: se a empresa fosse uma pessoa, quais seriam suas qualidades? Criatividade e inovação ou mais solidez e tradição?

Os móveis para escritório também garantem uma personalidade para o negócio. Uma empresa de advocacia precisa passar seriedade, é claro, mas isso não obriga necessariamente a encher o prédio de móveis cinzas, quadrados ou pesados.

Outro fator relevante é a quantidade de pessoas que vão trabalhar no local. Na verdade, essa é uma informação crucial. Além de bonito e cheio de personalidade, o ambiente de trabalho deve respeitar regras de ergonomia e promover conforto, tanto para quem trabalha quanto para quem se utiliza dos serviços do escritório.

Uma área ou cômodo com sofás, onde seja possível tomar um café e aguardar o atendimento com tranquilidade é sempre uma boa pedida.

Quanto ao tipo de móveis, uma boa dica é tentar a neutralidade. Calma, isso não significa, como já dissemos, que todos os móveis precisam ser cinzentos. Porém, é preciso alcançar uma unidade, sem cores muitos destoantes e excesso de tonalidades.

Um ambiente com vários profissionais se beneficia dessa neutralidade, não cansando os funcionários e permitindo que pequenos toques pessoais garantam a individualidade de quem está li presente. O conforto não é apenas o físico, mas também o conforto psicológico, que garante o estímulo ao trabalho, produtividade e bem-estar.

Assim, o escritório transmite conceitos corretos e exibe organização entre mesas, salas, armários, arquivos e setores de atendimento.